Alice em silêncio


Mas não creio que haja mais tantos mistérios nefastos. Há sim os pequenos delitos de nossas almas


E se no meio de uma terrível tragédia você descobrisse uma pessoa capaz de curar as piores enfermidades e as feridas mais mortais com apenas um toque?


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Alice em Silêncio
Capítulo 1

Capítulo 1


“Alice foi vista naqueles dias, naquele curto espaço de tempo, como um bichinho exótico, um amuleto, uma arma, um anjo. (...) Por que a protejo? Espero que perceba, depois de tudo o que eu contar. No fim das contas, não fui eu quem a protegi. Foi ela. Ela foi meu escudo.”


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Capítulo 2


“De onde estava, podia ver a porta aberta e Alice de pé sobre o estribo. Seu corpo pequeno estava para dentro da cabine (...) Patrícia ergueu o braço ruim e mexeu a mão. Esticou os dedos, depois fechou-os. Moveu o antebraço que deveria estar quebrado e virou e revirou o pulso. (...) Não havia nada. Estava bom. Estava perfeito.”


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Capítulo 3

Capítulo 3


“Os sentimentos e dúvidas mais íntimos que carregamos têm a tendência de se colocarem à prova(...) – Parte sua ainda olha para Alice como se ela pudesse mesmo ter feito isso – acabei dizendo. Patrícia me encarou como se tivesse sido flagrada num momento íntimo.”

Capítulo 3

Capítulo 4


“Quando olhei para Alice de novo, ela se afastava do velho moribundo. Fui me movendo com ela, saindo de cima dele. E foi nesse momento que Aldo voltou a respirar.”


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Capítulo 4